INÍCIO

sábado, 21 de março de 2015

Nicola Són - Nord Destin [2014]

VIA | SopaCultural

Radicado no Brasil desde 2013, NICOLA SÓN destaca-se por fazer uma mistura original da língua francesa com a música brasileira. Seu segundo CD, NORD DESTIN, apresenta 13 composições e adaptações baseadas em uma grande variedade de ritmos brasileiros, especialmente nordestinos, como ciranda, maracatu, frevo, xote e coco, entre outros, executados com instrumentos como acordeom, berimbau e rabeca.

NORD DESTIN é o resultado do mergulho de NICOLA SÓN na riqueza cultural e rítmica brasileira. “Durante dois anos escrevi composições baseadas em músicas nordestinas. Ainda canto em francês, mas o álbum tem canções em português. Foi um verdadeiro desafio encaixar a língua francesa no suingue da música brasileira, colocar as sílabas em francês no ritmo sincopado e antecipações presentes na música feita aqui”, explica. O CD foi gravado no estúdio Tenda da Raposa, no Rio de Janeiro, no início de 2012, e tem participações de Marcos Suzano, João Donato, Gabriel Improta, Rodrigo Villa, Kiko Horta, Edu Neves e do grupo Casuarina.

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NICOLA SÓN

Nascido em Paris, em uma família de origem armênia, embalado pelo som de duduk e kotchari, Nicola descobre na adolescência a música “Lígia”, pérola de Tom Jobim interpretada por João Gilberto e Stan Getz. Em 2006, desembarca no Rio de Janeiro para estudar a língua portuguesa e aprofundar seus conhecimentos sobre música brasileira. Atravessa o Brasil, passando por lugares como Manaus, Amazônia, Belém, Fortaleza e Recife.


Nessa viagem, encanta-se com a hospitalidade e a cordialidade do povo brasileiro, mas consciente das dificuldades da vida no país longe dos clichês dos cartões postais. Conhece a Lapa, símbolo da boemia carioca. Ali, além de se encontrar com muitos músicos, passa a compor e adaptar para o francês alguns clássicos da MPB. Assim nasce seu primeiro álbum, PARIOCA (a síntese do parisiense com o carioca), lançado em 2010 na França e em 2011 no Brasil, com várias turnês pelos dois países. Desde 2013 Nicola mora em São Paulo.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sucirato - Sol-Te [2014]

A banda carioca Suricato lançou, no fim de 2014, seu segundo disco de estúdio chamado Sol-te via slap, que definitivamente agradou os fãs, com uma agradável mistura de rock’n’roll com indie folk e instrumentos brasileiros.

"Sol-Te" (2014) é o segundo disco da banda carioca "Suricato" - Foto: Reprodução / Internet

Resenha reproduzida do site TMDQA

Gui Schwab (gaita, guitarra, violão, viola caipira, mandolim), Raphael Romano (baixo), Pompeo Pelosi (bateria) e a talentosa voz de Rodrigo Nogueira escrevem canções a respeito de temas como a vida e as relações, de uma forma que ao mesmo tempo que traz o clima intimista do campo, também preenche os grandes ambientes com o rock.

Para quem gosta de comparações, é como se o Mumford & Sons tivesse tomado emprestado alguns instrumentos, timbres e elementos de músicas brasileiras e tivesse trazido seus sons para a nossa realidade.
"O trem" é a primeira música de trabalho do disco

Com influências que vão de Elvis Costello Derek Trucks, Jimmy Page e Jeff Beck, além de músicos que já trabalharam com nomes como Lulu Santos, Pepeu Gomes Ritchie, a banda Suricato mostra que country, folk e blues estão em seu sangue, e que é um grande representante brasileiro do estilo.

Sol-te foi gravado no lendário estúdio Toca do Bandido e produzido por Christiaan Oyens (Cazuza, Ritchie, Zélia Duncan), o que dá ao álbum tons ainda mais expressivos.

Acompanhe o trabalho da banda acessando o: Site | Facebook | Youtube | Twitter | Instagram

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Banda do Mar - Banda do Mar (2014)

Via | MiojoIndie
Foto / Reprodução-Internet
É difícil não ser convencido pelo primeiro álbum da Banda do Mar. Projeto paralelo do casal Mallu Magalhães e Marcelo Camelo, o disco lançado em parceria com o português Fred Ferreira cresce como uma tapeçaria de sons cantaroláveis, raros e capazes de cruzar o Atlântico com velocidade, invadindo a mente do ouvinte sem grandes bloqueios. Mesmo incapaz de lançar um material verdadeiramente novo – trata-se de uma adaptação do arsenal testado em Ventura (2003) do Los Hermanos, gracejos pop vindos de Pitanga (2011) com uma pitada de Surf Music -, cada curva do disco luso-brasileiro encanta pelo tratamento dos arranjos e a forma honesta dada aos versos, formato que se estende e acompanha o ouvinte até o ecoar da última faixa.

Composto e gravado em Portugal – país adotado por Camelo e Magalhães desde 2013 -, o trabalho de essência radiante não oculta a seriedade dos próprios temas, postura explícita no caráter “libertador” carimbado em cada canção. Da expressão declamada em Me Sinto Ótima – quase uma “faixa irmã” de Velha e Louca -, ao inaugurar do disco com Cidade Nova - “Eu não deixo o tempo parar” -, todas as dobras do álbum soam como uma resposta sorridente aos que não acreditavam na união do casal de músicos, no afastamento de Camelo do Los Hermanos, ou na capacidade da cantora em crescer além do Folk pueril dos primeiros anos. Nada de rancor, apenas sorrisos.

São estes mesmos sorrisos que preenchem parte da poesia da obra e ainda garantem ritmo ao trabalho. Entre declarações de amor (Mais Ninguém) e faixas de puro descompromisso (Muitos Chocolates), o debut é um disco que flui com leveza e ao mesmo tempo energia, atingindo em cheio o espectador. É possível afirmar que desde o grito final na faixa De Onde Vem A Calma que Marcelo Camelo não soava tão liberto. Mesmo Magalhães dança pelo disco entre vocalizações crescentes, postura delineada com acerto no último disco solo, de 2011, mas ainda mais fascinante no pop batucado de Mia e outras criações do álbum. Vozes sorridentes (Pode Ser), assovios (Me Sinto Ótima) e celebração (Vamo embora), como definiu o jornalista Thales de Menezes: este é o disco mais agradável do ano.


Delineado com simplicidade, o álbum carrega nas guitarras a principal ferramenta de movimento para as faixas. Da abertura, com Cidade Nova, passando por Mais Ninguém, Hey Nana e Faz Tempo, cada instante do trabalho abre espaço para o uso dos solos versáteis de Camelo – tão enérgico quanto no primeiro álbum do Los Hermanos. São rajadas eufóricas de distorção, como no eixo final de Muitos Chocolates, instantes brandos que explodem sob controle, vide Seja Como For, além de um suingue raro, posicionamento que rompe com a serenidade da fase solo do músico – principalmente em Sou (2008) – para encontrar a mesma desenvoltura do hermano Rodrigo Amarante na fase pré-Cavalo (2013).

Em uma observação atenta, notória é a inversão de papeis entre o “sereno” Marcelo Camelo do álbum 4 (2006) e o “entusiasmado” Rodrigo Amarante que espalhou pontos de alegria dentro do sóbrio disco. Enquanto o ruivo desacelerou recentemente para tecer o ambiente sombrio do primeiro álbum solo, Camelo segue na direção contrária, “abrasileirando” tendências antes concebidas pelo Little Joy, ao mesmo em que pisa em um território há muito abandonado dentro da própria obra: o de produzir música comercial.

Foto / Reprodução-Internet
De fato, tanto o cantor quanto a esposa assumem com a Banda do Mar um projeto puramente acessível, íntimo do grande público, marca evidente logo na música de abertura. Basta ficar em silêncio depois que o disco chega ao fim para perceber a quantidade de músicas que continuam a ecoar pela cabeça. Talvez esteja aqui a sequência que grande parte dos fãs do Los Hermanos esperavam passado o sucesso de Anna Júlia, porém barrado no som complexo de O Bloco do Eu Sozinho (2001).

“Pop” no sentido mais honesto e desimpedido das melodias, a estreia da Banda do Mar tropeça apenas na reciclagem de antigos temas e vocalizações testadas em fase solo pelo casal. Ainda que a poesia abordada seja outra, nítida é a similaridade entre músicas como Pode Ser e Mais Tarde – esta última, vinda do primeiro álbum de Camelo. Mesmo o eixo final do disco e canções como Solar ou Faz Tempo surgem como adaptações do material lançado em Pitanga e Toque Dela. Experiências antigas, recentes e remodeladas que se cruzam com acerto dentro do contexto doce da banda/casal, capaz – mesmo entre pequenos deslizes – de encantar o ouvinte logo na primeira audição.

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Resenha reproduzida DAQUI

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Swing Republic - Midnight Calling (2013)

A banda SWING REPÚBLICA começou sua trajetória como um projeto paralelo de um conceituado compositor e produtor dinamarquês, Per Ebdrup. Amante da música 'swingada', Per remixou algumas músicas que são consideradas "jóias antigas", e vintage, em seu tempo livre. Após o sucesso do álbum de 2010 'Electro balanço República (2011)' o grupo lançou o tão esperadMidnight Calling (2013).

(Swing Republic - "Fall " foi a primeira música de trabalho do disco)
Este álbum é uma variedade surpreendente de todos os melhores elementos de electro-swing. Há um fluxo incrível entre cada pista e cada um tão cativante como o último. O álbum conta com os vocais impressionantes de KarinaKappel que eleva o som e faz com que o álbum muito mais gostoso de ouvir.

(Swing Republic - High Hat)
O som deste CD é bem mais dançante que o primeiro, além de vir embalado em um digipak elegante exibindo algumas das obras mais atraente que vimos em muito tempo!

Saiba mais da banda ~> Facebook | YouTube | SoundCloud


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http://minhateca.com.br/musicotecapotiguar/Internacional/001+-+Swing+Republic+-+Midnight+Calling++*5b2012*5d,223465885.zip(archive)

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

[DOCUMENTÁRIO] "Toda a Casa Crua no Moinho Curitibano"

"Toda a Casa Crua no Moinho Curitibano" é um mini documentário com Lemoskine tocando num moinho desativado.


Assista agora em HD

"Toda a Casa Crua no Moinho Curitibano" is a short documentary with Lemoskine playing at a deactivated mill.
Watch now in HD!

(Press "subtitles" for english or portuguese)