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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Mônica Salmaso-SP - Alma Lírica Brasileira (2011)

Desde o final da década de 1980, quando estreou como atriz num espetáculo de Gabriel Vilella, até gravar seu primeiro disco em meados dos anos 1990, Mônica Salmaso se destacou entre as demais intérpretes de sua geração graças à voz que a aproximava do canto erudito. O músico e crítico musical Arthur Nestrovski chegou a dizer que o canto de Mônica era "um dos instrumentos mais lindos do mundo". Somam-se a isso a escolha do repertório, sempre cercado de pesquisa minuciosa, e a parceria com músicos brasileiros virtuosos. 
(IMAGEM: Reprodução-INTERNET)
Ao longo dos 15 anos de carreira, Mônica Salmaso gravou os afro-sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes com o violonista Paulo Bellinati, temas regionais em iaiá, releu a obra de Chico Buarque em Noites de gala, samba na rua (ao lado do grupo Pau Brasil) e, com os músicos-amigos com André Mehmari, Rodolfo Stroeter, Teco Cardoso e Toninho Ferragutti ao vivo no estúdio registrou o álbum Nem 1 ai. 
Alma lírica brasileira é seu disco mais recente. Com sonoridade “camerística”, foi gerado com dois antigos parceiros – o flautista Teco Cardoso (seu marido) e o pianista Nelson Ayres – depois de uma temporada de shows. “A ideia era adaptar os arranjos do meu repertório com o (grupo) Pau Brasil, mas logo fomos descobrindo canções que ficariam boas conosco”, afirma Salmaso.
O repertório reúne temas do cancioneiro popular: de clássicos da mpb e do samba (“A história de Lily Braun”, de Edu Lobo e Chico Buarque, “Trem das onze”, de Adoniran Barbosa, e “Derradeira primavera, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes), passando por sucessos das décadas de 1930 e 1940 (“Meu rádio e meu mulato”, de Herivelto Martins, e “Lábios que beijei”, de J. Cascata e Leonel Azevedo), à peças regionais (“Cuitelinho”, adaptação de Paulo Vanzolini).



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