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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Phill Veras (MA)


 VIA | A MUSICOTECA
A música não é apenas um som. Sua experiência sensitiva não pode limitar-se aos ouvidos. Não pode ser apenas esse o compromisso de um artista que escolhe a música para expressar suas emoções. Talvez seja esse o meu último aprendizado nesta relação tão apaixonante e prazerosa que insisto em viver com as canções das coisas e das pessoas. 

É diferente quando você conhece a música e desconhece sua fonte inspiradora, sua origem, ou mesmo sua real intenção. Isso não é ruim, e nem tem tanta importância assim. Sempre encontramos uma roupa para o nosso humor do dia, e as pessoas costumam usar as suas trilhas sonoras desta forma. O fato é que, estabelecemos outra percepção artística do que ouvimos/sentimos quando nos aproximamos um pouco mais de sua fonte, do seu autor, um pouco mais da sua vida até. As coisas caem um pouco no campo orgânico da vida, sem os ensaios e as luzes dos palcos. Não é uma relação comum entre público e artista, mas pode acontecer. E esse é o grande prazer de viver um pouco onde as coisas acontecem, onde as coisas nascem. E foi assim que vivemos o primeiro disco desse talentoso rapaz que tive o prazer de conhecer através da arte. Um jovem que tira da música a graça para entender suas ideias.



Phill Veras é de São Luis do Maranhão, terra de meu querido Zeca Baleiro e da Marrom. Autodidata e disciplinado, desde os seus 14 anos não para de compor e criar suas melodias. Não foi ele que entrou na música, foi a música que entrou nele. E é possível perceber isso claramente na sua relação com a composição e até no encaixe com o violão e sua fácil adaptação musical em parcerias. Qualquer um faz um som com Phill Veras e vice versa. Fica claro que há uma força maior comandando tudo, e ela se chama música. Assim como toda sua geração, é nítida suas influencias, e não vamos falar delas e da repetição crítica e desgastada que vivemos hoje, na tentativa de enquadrar referências. Apontamos como talento, sua originalidade autoral, sua fácil transferência poética e simplicidade de nos colocar rapidamente dentro do seu universo sonoro. Sem o menor esforço. E ele só tem 21 anos.

Seu jeito “relax” e despretensioso faz parte do estilo boêmio maranhense, mesmo jovem, Phill parece adaptar-se mais facilmente ao que te traz mais paz. E suas canções partem deste céu, mesmo para dizer coisas um pouco mais densas. Ele optou pelo sutil, embora nada disso possa defini-lo, ainda. Afinal, ele acaba de iniciar sua caminhada para desenhar sua identidade artística (ou não).





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